A CASA MORREU – DIÁRIO DE UMA REPÚBLICA III

A habitação não anda direita, apesar de ser um direito. Há casas sem gente, há gente sem casa, há casas onde não cabe mais gente.
A habitação-negócio é a negação da casa-lar. Morreram as casas como as conhecíamos. O que fazer perante isso? Colocar os dedos todos na ferida. Fazer doer ainda mais.
Esta é a III edição de Diário de uma República, projecto de Teatro e Fotografia (2020 – 2030) da Amarelo Silvestre.